sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Vacina contra HPV chega em 2013 ao SUS


Como o papilomavírus humano é altamente transmissível, a relação sexual não é a única forma de contágio. Nesse cenário, a vacina entra como uma forte arma preventiva.

De acordo com o Ministério da Saúde, a introdução da vacina contra o HPV deve acontecer ainda este ano, o que levanta a questão da prevenção do câncer de colo do útero. A prevenção desse tipo de câncer se dá pela diminuição dos fatores de risco, dentre eles a infecção pelo vírus HPV.

A utilização de métodos de barreira (uso da camisinha) ou a abstinência sexual diminuem o risco de exposição ao vírus. A realização periódica do exame preventivo ginecológico é essencial e o tratamento das lesões precursoras diminuem a incidência e a mortalidade pelo câncer do colo do útero.

— Apesar de eficaz, a vacina não protege contra todos os tipos de HPV, por isso é essencial usar camisinha nas relações sexuais, evitar múltiplos parceiros e fazer exames de rotina.

A vacina contra os vírus HPV 16 e 18 reduz a incidência de infecções persistentes e a chance de desenvolver um câncer do colo do útero em mais de 90% das mulheres vacinadas.

— O tratamento vai depender do estágio da doença, mas pode ser clínico ou cirúrgico. Por isso, reforço que os exames preventivos não podem ser esquecidos pela população.

Fontes: Futura e R7 - Saúde

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase: saiba o que é, os sintomas e como se cuidar

O EAD - Enfermagem a Distância apoia essa luta!

Neste domingo (27) foi lembrado como o Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase.



Você sabe o que é hanseníase? 

É uma doença que atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo, podendo variar de dois e até mais de dez anos. A hanseníase pode causar deformidades físicas, que podem ser evitadas com o diagnóstico no início da doença e o tratamento imediato.

O Brasil está em segundo lugar na taxa de hanseníase. Cada município é responsável pelo tratamento do paciente, feito de forma gratuita, pela atenção básica de saúde. É importante que seja feito o diagnóstico precoce.

Saiba mais sobre a Hanseníase

Como se transmite: por meio das vias respiratórias (tosse e espirro). A principal fonte de transmissão da doença é a pessoa doente que ainda não recebeu tratamento medicamentoso. A hanseníase não se passa por abraços, aperto de mão e carinho. Em casa ou no trabalho, não é necessário separar as roupas, os pratos, os talheres e os copos.

Como saber se está com a hanseníase: olhe para o seu corpo e procure observar, nos braços e mãos, nas pernas e pés, no rosto, nas orelhas, nas costas, nas nádegas, os sinais e sintomas da doença.

Sintomas: uma ou mais manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo com diminuição ou perda da sensibilidade ao calor, à dor e ao tato; caroços e inchaços no corpo, em alguns casos avermelhados e doloridos; engrossamento do nervo que passa no cotovelo, levando à perda da sensibilidade e/ou diminuição da força do quinto dedo; dor e sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços, mãos, pernas e pés; áreas com diminuição dos pelos e do suor; cortar-se ou queimar-se sem sentir dor.

Fonte: Tudo sobre.com

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Mulheres devem esperar um ano para engravidar após cirurgia bariátrica


Gravidez e cirurgia bariátrica

Mulheres submetidas a cirurgia para perda de peso devem esperar pelo menos 12 meses antes de tentar ter um bebê.

Além disso, elas precisam de informações detalhadas e aconselhamento sobre questões reprodutivas.

A recomendação foi feita por especialistas que revisaram casos documentados em artigos científicos sobre o assunto.

O levantamento focou-se na segurança, vantagens e limitações da cirurgia bariátrica envolvendo as pacientes antes, durante e após a gravidez.

Os especialistas disseram-se preocupados com a crescente associação entre gravidez e cirurgia bariátrica na medida que a obesidade já atinge 24,2% das mulheres em idade reprodutiva, número que deverá chegar a 28,3% em 2015.

Melhor que obesidade

A obesidade aumenta o risco de complicações obstétricas.

Assim, a gravidez após a cirurgia bariátrica é mais segura do que a gravidez de mulheres com obesidade mórbida, afirma o estudo.

Um estudo anterior, abordando a gravidez após a cirurgia de redução do estômago, mostrou que 79,2% das participantes não apresentaram nenhuma complicação durante a gravidez, ainda que 20,8% dos "outros casos" seja um número elevado.

De fato, pode haver complicações durante a gravidez após a cirurgia bariátrica.

Outro estudo documentou a ocorrência de deslizamento e migração da banda gástrica, o que resulta em vômitos severos - o vazamento da banda foi relatado em 24% das gestações.

Informações sobre os riscos

Com base em todas as evidências, os especialistas recomendam que as pacientes não devem engravidar pelo menos por 12 meses após a cirurgia bariátrica.

"A gravidez após a cirurgia bariátrica é mais segura do que a gravidez em mulheres com obesidade mórbida. As mulheres que fizeram cirurgia bariátrica geralmente toleram bem a gravidez. No entanto, há riscos envolvidos e as pacientes devem estar bem informadas," disse o Dr. Jason Waugh, responsável pela publicação do estudo.

Fonte: Diário da Saúde